O desembarque do Palmeiras em Porto Alegre, nesse sábado, foi marcado pela reação de Marcos Assunção aos protestos de membros da principal organizada do clube. O volante encarou os revoltados, até colocando o dedo no rosto de um deles. E promete a mesma atitude em novas ações intimidantes.
"Coisas desse tipo acontecem no Brasil, mas não podemos nos intimidar", ensinou o meio-campista, que já havia discutido com torcedores na Academia do Palmeiras, no treino da manhã de sábado, para defender Luan.
Luiz Felipe Scolari, contudo, não quer ver seus atletas atuando sozinhos nestas situações. "Torcida é a que torce pela sua equipe. Mas provavelmente, daqui um tempo, teremos um episódio em que o sindicato terá que tomar partido. Temos associações no Brasil que servem para quê? São só fantasia?", indagou.
Alguns torcedores até deram trégua neste domingo no Beira-Rio. Antes do empate contra o Inter, foram exibidas faixas com os nomes dos participantes da vitória sobre o Corinthians na decisão do Paulistão, há 18 anos, que pôs fim a um jejum de 17 anos sem títulos do Verdão.
Felipão, entretanto, sabe que a pressão deve continuar e alega conhecer os motivos para tanta revolta em relação a um time que está invicto no Brasileirão, com 100% de aproveitamento como mandante e dois empates como visitante. Mas o técnico faz mistério. "Esta situação podemos contornar dentro do clube", afirmou.
Já Marcos Assunção, além de não aceitar mais cobranças que considerar injustas, promete render nas partidas como se nada tivesse acontecido. "Se levássemos para campo, as coisas ficariam muito mais difíceis do que foram. O importante é que fizemos uma grande partida depois de todo o tumulto", elogiou.
"Coisas desse tipo acontecem no Brasil, mas não podemos nos intimidar", ensinou o meio-campista, que já havia discutido com torcedores na Academia do Palmeiras, no treino da manhã de sábado, para defender Luan.
Luiz Felipe Scolari, contudo, não quer ver seus atletas atuando sozinhos nestas situações. "Torcida é a que torce pela sua equipe. Mas provavelmente, daqui um tempo, teremos um episódio em que o sindicato terá que tomar partido. Temos associações no Brasil que servem para quê? São só fantasia?", indagou.
Alguns torcedores até deram trégua neste domingo no Beira-Rio. Antes do empate contra o Inter, foram exibidas faixas com os nomes dos participantes da vitória sobre o Corinthians na decisão do Paulistão, há 18 anos, que pôs fim a um jejum de 17 anos sem títulos do Verdão.
Felipão, entretanto, sabe que a pressão deve continuar e alega conhecer os motivos para tanta revolta em relação a um time que está invicto no Brasileirão, com 100% de aproveitamento como mandante e dois empates como visitante. Mas o técnico faz mistério. "Esta situação podemos contornar dentro do clube", afirmou.
Já Marcos Assunção, além de não aceitar mais cobranças que considerar injustas, promete render nas partidas como se nada tivesse acontecido. "Se levássemos para campo, as coisas ficariam muito mais difíceis do que foram. O importante é que fizemos uma grande partida depois de todo o tumulto", elogiou.

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