Tudo em paz na Toca, ao menos para Cuca. No dia do seu 48º aniversário, o técnico trabalhou duro, em dois períodos, e teve que administrar situações desconfortáveis, como a insatisfação pública do volante Fabrício por ter sido vetado do jogo de sábado passado, contra o Fluminense.
O treinador entendeu as polêmicas declarações do volante, dadas no dia anterior, como um desabafo normal de quem se frustrou por não poder ajudar o time nesse momento difícil no Campeonato Brasileiro. No entanto, Cuca ratificou que a melhor saída era mesmo excluir Fabrício da viagem ao Rio, uma vez que ele se queixou de dores musculares na semana passada e o quadro poderia se agravar.
Cuca contou que o veto de Fabrício partiu do departamento médico antes da viagem da delegação para o Rio de Janeiro. O jogador foi orientado a passar por exames de ressonância para que se descartasse ou se confirmasse a existência de alguma lesão na coxa.
Nenhum problema foi detectado nas imagens, mas era tarde para Fabrício viajar e se juntar ao grupo.
O treinador entendeu as polêmicas declarações do volante, dadas no dia anterior, como um desabafo normal de quem se frustrou por não poder ajudar o time nesse momento difícil no Campeonato Brasileiro. No entanto, Cuca ratificou que a melhor saída era mesmo excluir Fabrício da viagem ao Rio, uma vez que ele se queixou de dores musculares na semana passada e o quadro poderia se agravar.
Cuca contou que o veto de Fabrício partiu do departamento médico antes da viagem da delegação para o Rio de Janeiro. O jogador foi orientado a passar por exames de ressonância para que se descartasse ou se confirmasse a existência de alguma lesão na coxa.
Nenhum problema foi detectado nas imagens, mas era tarde para Fabrício viajar e se juntar ao grupo.
“Ainda bem que não acusou a lesão. E o que passa na cabeça do jogador? Que estava pronto para jogar, que estava escalado, e ele nos fez falta no jogo. E a gente tinha que seguir por outro caminho, um outro jogador, e o jogador se sente de uma forma angustiada. Ele vai jogar e, de repente, volta um passo atrás, acaba dando uma desabafada, mas nada de anormal. Ele é muito importante pra nós, e se estiver numa condição ideal, e tomara que esteja, porque hoje treinou bem, nos dois períodos, ele vai jogar, porque é fundamental pra nós”, disse o técnico.
Hora de silêncio
Após três resultados ruins no início do Brasileirão, o que Cuca menos esperava era ter que administrar vaidades na Toca. Para ele, a queixa pública de Fabrício foi desnecessária. “Tudo que vier negativo nesse momento é ruim, ainda mais que vem em cima de uma derrota, é ruim, deixa no ar algumas coisas que o torcedor pode interpretar de mil e uma formas. E o que o DM fez, na minha Toca, foi perfeitamente correto. O jogador se queixou de dores nas duas pernas e, no dia seguinte, de uma só.
Preferiu-se dar para ele essa semana toda para ele entrar a 100% contra o Santos. Acho que o departamento médico agiu corretamente. A gente lida com 35 jogadores e cada um com uma personalidade. Vai ocorrer aqui, no Flamengo, no São Paulo, em todo lugar isso ocorre. Mas, nesse momento difícil, e nós vamos sair desse momento difícil, quanto menos falar, melhor”.

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