No último domingo (12), ainda nas comemorações pelo título do segundo turno, o presidente do Independente Tucuruí, Deley Santos, chegou a comentar que sua equipe não participaria da Série D por falta de recursos. Ontem (13), a reportagem do Bola escutou o mandatário e o discurso já foi outro. “Estou procurando parceiros, é uma decisão difícil (participar da Série D)”, disse, em tom sereno, continuando após uma pausa. “Com os patrocínios que temos hoje, é inviável a nossa participação, pelo alto custo de deslocamentos, passagens e afins”, ponderou o presidente, lembrando que “a CBF não banca absolutamente nada nos custeios, o que dificulta a nossa participação no torneio”.
Sem papas na língua, o presidente foi sincero ao afirmar as reais chances de seu time disputar a competição nacional pela primeira vez em sua história. “Acho que 50%. Vamos lutar até o fim para jogarmos a Série D”. Este ‘fim’ será hoje, às 18h, prazo máximo para a confirmação do time na Federação Paraense de Futebol (FPF), que encaminhará o laudo para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre o representante local na Série D.
Sem papas na língua, o presidente foi sincero ao afirmar as reais chances de seu time disputar a competição nacional pela primeira vez em sua história. “Acho que 50%. Vamos lutar até o fim para jogarmos a Série D”. Este ‘fim’ será hoje, às 18h, prazo máximo para a confirmação do time na Federação Paraense de Futebol (FPF), que encaminhará o laudo para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre o representante local na Série D.
EM NÚMEROS
250 mil Reais. De acordo com os cálculos da diretoria do Independente, este seria o valor mensal para que o clube dispute o Brasileirão. Espera-se uma ajuda do poder público.
Procura-se patrocinadores fortes
De acordo com Deley Santos, as despesas totais da equipe interiorana em caso de participação no certame extrapolaria a atual realidade financeira do clube – os gastos mensais da equipe são de R$115 mil, contando salários, alimentação e acomodações dos atletas e comissão técnica. “Para participarmos da Série D, precisaríamos, no mínimo, de R$250 mil. Para isso, a prefeitura, e mais alguns patrocinadores, teriam que colaborar mais ativamente com a equipe”, frisou.
A missão do cartola é das mais difíceis, pois terá que conseguir os recursos em menos de 24h, ao estilo Jack Bauer, pois ainda não teve resposta dos parceiros procurados até a noite de ontem. A empresa Leolar e o patrocínio estatal do Banpará já estão adiantados, mas não sacramentados. “Não descarto nem nego a nossa participação na Série D, mas sei que, no momento em que confirmarmos a participação do Independente no campeonato, teremos que cumprir”, finalizou o cartola, que veio para Belém para resolver este assunto, que definirá o futuro do Galo Elétrico na temporada.
A missão do cartola é das mais difíceis, pois terá que conseguir os recursos em menos de 24h, ao estilo Jack Bauer, pois ainda não teve resposta dos parceiros procurados até a noite de ontem. A empresa Leolar e o patrocínio estatal do Banpará já estão adiantados, mas não sacramentados. “Não descarto nem nego a nossa participação na Série D, mas sei que, no momento em que confirmarmos a participação do Independente no campeonato, teremos que cumprir”, finalizou o cartola, que veio para Belém para resolver este assunto, que definirá o futuro do Galo Elétrico na temporada.
Corte azulina: presidente nem sabia!
A informação de que o Independente pode desistir da última vaga do Pará no Campeonato da Série D, a princípio, parecia que animaria a diretoria do Clube do Remo. Porém, Sérgio Cabeça, presidente azulino, não demonstrou muita alegria, alegando que soube da notícia em primeira mão pela reportagem do BOLA.
“Não estava sabendo disso”, disse o presidente do Leão acrescentando em seguida. “Mas não acredito que eles (Independente) irão desistir da vaga, pois é um direito deles”, declarou.
Questionado se o Remo teria condições financeiras para arcar com as despesas da quarta divisão, Cabeça evitou responder. “Prefiro ainda não me pronunciar, pois ainda não estou sabendo de nada. Mas de qualquer maneira, vamos ter que nos reunir (diretoria) e fazer uma consulta”, encerra.
O Remo tem o direito automático da vaga por ser o primeiro colocado na classificação geral do Campeonato Paraense 2011.
Questionado se o Remo teria condições financeiras para arcar com as despesas da quarta divisão, Cabeça evitou responder. “Prefiro ainda não me pronunciar, pois ainda não estou sabendo de nada. Mas de qualquer maneira, vamos ter que nos reunir (diretoria) e fazer uma consulta”, encerra.
O Remo tem o direito automático da vaga por ser o primeiro colocado na classificação geral do Campeonato Paraense 2011.
EM NÚMEROS
34 pts É a pontuação do Remo no Campeonato Paraense. Trata-se da tabela de pontuação geral do certame. Baseado nisso, o Leão pode herdar a vaga do Galo.
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