Gazeta Press
O Santos empatou com o Cerro Porteño (Paraguai), por 3 a 3, na noite desta quarta-feira, no Estádio Olla Azulgrana, garantindo a sua vaga na final da Copa Libertadores da América. Mas a atitude dos torcedores paraguaios, especialmente no incidente em que o técnico Muricy Ramalho foi atingido por uma pedra arremessada da arquibancada, revoltou os santistas.
"A gente fica triste. Não dá para você pensar em trazer algum familiar seu para ver um jogo desses.
"A gente fica triste. Não dá para você pensar em trazer algum familiar seu para ver um jogo desses.
Realmente, ficamos tristes com a pedrada no Muricy. Mas esperamos que não seja nada grave", disse o meia Elano.
Vítima da violência da torcida do Cerro, Muricy sequer deu entrevista coletiva após a partida, pois estava sendo avaliado pelo departamento médico do clube. Os médicos do Peixe ficaram preocupados com o fato de a pedra ter atingido a cabeça do treinador.
No entanto, Muricy Ramalho já havia disparado críticas contra o comportamento da torcida do Cerro Porteño na saída do gramado, em direção aos vestiários. "Dei sorte que pegou na cabeça. Se pegasse no meu olho, eu ficaria cego. Mas fazer o quê? Não vai acontecer nada. Vocês acham que a Conmebol [Confederação Sul-Americana de Futebol] vai tentar mudar alguma coisa? Claro que não", comentou.
Além de Muricy, a torcida do Santos também sofreu ao entrar em confronto com os torcedores do Cerro, no intervalo do jogo. Irritados com o resultado negativo de sua equipe, os paraguaios atiraram objetivos em direção aos santistas, que tentavam se defender. A polícia teve trabalho para conter a confusão.
Vítima da violência da torcida do Cerro, Muricy sequer deu entrevista coletiva após a partida, pois estava sendo avaliado pelo departamento médico do clube. Os médicos do Peixe ficaram preocupados com o fato de a pedra ter atingido a cabeça do treinador.
No entanto, Muricy Ramalho já havia disparado críticas contra o comportamento da torcida do Cerro Porteño na saída do gramado, em direção aos vestiários. "Dei sorte que pegou na cabeça. Se pegasse no meu olho, eu ficaria cego. Mas fazer o quê? Não vai acontecer nada. Vocês acham que a Conmebol [Confederação Sul-Americana de Futebol] vai tentar mudar alguma coisa? Claro que não", comentou.
Além de Muricy, a torcida do Santos também sofreu ao entrar em confronto com os torcedores do Cerro, no intervalo do jogo. Irritados com o resultado negativo de sua equipe, os paraguaios atiraram objetivos em direção aos santistas, que tentavam se defender. A polícia teve trabalho para conter a confusão.
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