Diário do Pará
Um jogador do Independente com dois registros de identidade na Polícia Civil. Essa é a acusação da diretoria do Clube do Remo em cima do jogador Edilson Belém. Assim é o atual momento do Leão, que luta por uma nova chance no Campeonato Paraense e Brasileirão. Os cartolas do clube já entraram com uma medida cautelar na Federação Paraense de Futebol em que pedem a paralisação do regional e sonham em voltar à disputa. Mas, ao analisar a hipótese, quem paga o pato, caso Edilson seja mesmo enquadrado no crime de falsidade ideológica? O Galo Elétrico ou apenas o jogador?
De acordo com o secretário executivo da FPF, Juarez Scotta, a pergunta ainda não tem uma resposta, visto que o regulamento de nenhuma Federação prevê um caso como o apresentado. “O regulamento não diz nada a respeito disso. Essa parte de falsidade ideológica não é abordada. Nem se sabe se (os dois Edilsons) são a mesma pessoa. O Remo fez um recurso e deu entrada no Tribunal da Federação. Eles entregaram hoje (ontem, 2), faltando poucos minutos para fechar. Ainda nem tive acesso, mas quem vai analisar é o (presidente do Tribunal de Justiça do Futebol), doutor Antonio de Barra Brito. Agora nenhum regulamento faz menção a isso”, explica.
O presidente azulino, Sérgio Cabeça, em entrevista à Rádio Clube, se mostrou confiante. “Estamos otimistas quanto a essa medida cautelar que entramos na Federação que vai ser encaminhada ao STJD. O jogador tem dois Registros Gerais e dois registros na CBF, com idades diferentes. E ainda há divergência na sua filiação. Esperamos que o Tribunal venha a suspender o Campeonato Paraense”, avisa. Caso consiga o feito, Cabeça afirma que o planejamento para a volta do Remo será refeito e com Givanildo Oliveira no comando técnico.
De acordo com o secretário executivo da FPF, Juarez Scotta, a pergunta ainda não tem uma resposta, visto que o regulamento de nenhuma Federação prevê um caso como o apresentado. “O regulamento não diz nada a respeito disso. Essa parte de falsidade ideológica não é abordada. Nem se sabe se (os dois Edilsons) são a mesma pessoa. O Remo fez um recurso e deu entrada no Tribunal da Federação. Eles entregaram hoje (ontem, 2), faltando poucos minutos para fechar. Ainda nem tive acesso, mas quem vai analisar é o (presidente do Tribunal de Justiça do Futebol), doutor Antonio de Barra Brito. Agora nenhum regulamento faz menção a isso”, explica.
O presidente azulino, Sérgio Cabeça, em entrevista à Rádio Clube, se mostrou confiante. “Estamos otimistas quanto a essa medida cautelar que entramos na Federação que vai ser encaminhada ao STJD. O jogador tem dois Registros Gerais e dois registros na CBF, com idades diferentes. E ainda há divergência na sua filiação. Esperamos que o Tribunal venha a suspender o Campeonato Paraense”, avisa. Caso consiga o feito, Cabeça afirma que o planejamento para a volta do Remo será refeito e com Givanildo Oliveira no comando técnico.
Outro caminho
Fora isso, ainda há o olho gordo em cima da confusão na Federação Piauiense de Futebol, à espera que surja uma vaga na Série D.
Treinar pra quê? Eis a questão
Sem jogos oficiais desde que foi eliminado pelo Independente, domingo passado, do Campeonato Paraense e sem vaga no Brasileiro da Série D. Esse filme o leitor conhece e sabe que o protagonista é o Clube do Remo.
Todavia, nem por isso, o elenco, ou o que ainda resta dele, deixou de se reapresentar ontem, no estádio Evandro Almeida, de portões fechados ao torcedor e agora sem o comando de Givanildo Oliveira, mas apenas de seus auxiliares, Claudinho e Wellington Vero. Giva está à espera dos acontecimentos.
E na tarde modorrenta que fazia no Baenão, a cena chegava a ser melancólica, um vazio total que nem lembrava a empolgação da chegada de Giva, que fez a arquibancada coberta lotar de torcedores. Ontem, apenas alguns faziam plantão na porta, com intenção de protestar e chegaram a se irritar ao serem filmados por uma emissora de TV, mas acabou que nada de grave aconteceu.
Enquanto o time realizava um treino tático, surgiu a lembrança daquela música que o humorista Tom Cavalcante recitava para brincar com Romário e foi impossível não perguntar, com uma devida adaptação - Treinar pra quê ê ê, treinar pra quê, se não há mais o que fazer?
“Não sei. Eu particularmente sou funcionário do clube e arco com as minhas obrigações. Estou treinando, porque me pediram para treinar. Estou fazendo a minha parte. A cabeça está no Remo, tenho contrato até o dia 30 de junho e pretendo cumprir”, respondeu o volante Mael.
O atacante Jaílton Paraíba também deu sua explicação. “Temos que continuar a fazer o nosso trabalho. O contrato vai até o fim de junho, pertencemos ao Clube do Remo e temos que continuar trabalhando. Vamos ver o que vai acontecer”, aguarda.
E na tarde modorrenta que fazia no Baenão, a cena chegava a ser melancólica, um vazio total que nem lembrava a empolgação da chegada de Giva, que fez a arquibancada coberta lotar de torcedores. Ontem, apenas alguns faziam plantão na porta, com intenção de protestar e chegaram a se irritar ao serem filmados por uma emissora de TV, mas acabou que nada de grave aconteceu.
Enquanto o time realizava um treino tático, surgiu a lembrança daquela música que o humorista Tom Cavalcante recitava para brincar com Romário e foi impossível não perguntar, com uma devida adaptação - Treinar pra quê ê ê, treinar pra quê, se não há mais o que fazer?
“Não sei. Eu particularmente sou funcionário do clube e arco com as minhas obrigações. Estou treinando, porque me pediram para treinar. Estou fazendo a minha parte. A cabeça está no Remo, tenho contrato até o dia 30 de junho e pretendo cumprir”, respondeu o volante Mael.
O atacante Jaílton Paraíba também deu sua explicação. “Temos que continuar a fazer o nosso trabalho. O contrato vai até o fim de junho, pertencemos ao Clube do Remo e temos que continuar trabalhando. Vamos ver o que vai acontecer”, aguarda.
Diretoria do Remo consultou polícia civil, diz fonte
A diretoria do Remo fez uma consulta preliminar à Divisão de Identificação da Polícia Civil. No final da tarde de ontem, o que era apenas boato acabou tendo um desfecho preocupante para os dirigentes do Independente.
Um informante garantiu: o jogador Edilson José da Silva Júnior tem dois prontuários no setor de Identificação do Estado. A primeira identidade foi retirada na cidade de Baião, no Baixo Tocantins, tendo como data de nascimento o ano de 1982 e a outra retirada em Belém com a data do nascimento 1985.
Segundo a fonte, que pediu sigilo, ocorreram alterações referentes aos nomes dos pais nos prontuários. No entanto, a fotografia utilizada na ficha de identificação e, o mais grave, a impressão digital foram confirmadas como sendo da mesma pessoa.
O exame teria sido realizado com a presença de diretores do Clube do Remo, interessados no imbróglio. Pela documentação apresentada, o jogador Edilson Belém teria 26 anos, ou seja, ele teria apresentado a identidade e certidão como se tivesse nascido em 1985. Mas, pela identidade retirada em Baião, o jogador teria 29 anos, hoje.
Segundo a fonte, que pediu sigilo, ocorreram alterações referentes aos nomes dos pais nos prontuários. No entanto, a fotografia utilizada na ficha de identificação e, o mais grave, a impressão digital foram confirmadas como sendo da mesma pessoa.
O exame teria sido realizado com a presença de diretores do Clube do Remo, interessados no imbróglio. Pela documentação apresentada, o jogador Edilson Belém teria 26 anos, ou seja, ele teria apresentado a identidade e certidão como se tivesse nascido em 1985. Mas, pela identidade retirada em Baião, o jogador teria 29 anos, hoje.
Para o elenco, restou uma esperança... Sonhar com a vaga via tapetão
A reapresentação do Remo contou com um elenco desfalcado. Marlon já seguiu para o Vila Nova (GO), Luís André não quis participar, Rafael Morisco foi impedido de treinar por ter dado declarações que desagradaram a diretoria e a dupla San e Thiago Marabá está entregue ao Departamento Médico azulino. Dos que participaram da atividade, resta a esperança que o clube consiga uma vaga no tapetão para a Série D, ou ao menos mostrar determinação em cumprir as ordens de treino e aguardar o desenrolar dos bastidores.
Depois que nem quis conversa com a imprensa, no dia da eliminação em Tucuruí, Jaílton Paraíba deixou claro que ainda não superou o revés e falou da possibilidade em conseguir agenda com o Leão para o decorrer do ano. “A minha cabeça ainda está quente. Estou sendo sincero, verdadeiro. Não vou mentir. Eu estou com esperança e fé. Creio que vai entrar. Um time grande como o Remo não pode ficar de fora. Agora, se não entrar, paciência. É trabalhar que as portas vão se abrir”, pontua.
Mael preferiu não externar suas perspectivas. “A minha opinião é dentro de campo. Temos que continuar treinando. A parte jurídica é com a diretoria”, ressalta. Sendo assim, para hoje, o turno da tarde já tem novo treino agendado. Vai que a virada de mesa dá certo?.
Depois que nem quis conversa com a imprensa, no dia da eliminação em Tucuruí, Jaílton Paraíba deixou claro que ainda não superou o revés e falou da possibilidade em conseguir agenda com o Leão para o decorrer do ano. “A minha cabeça ainda está quente. Estou sendo sincero, verdadeiro. Não vou mentir. Eu estou com esperança e fé. Creio que vai entrar. Um time grande como o Remo não pode ficar de fora. Agora, se não entrar, paciência. É trabalhar que as portas vão se abrir”, pontua.
Mael preferiu não externar suas perspectivas. “A minha opinião é dentro de campo. Temos que continuar treinando. A parte jurídica é com a diretoria”, ressalta. Sendo assim, para hoje, o turno da tarde já tem novo treino agendado. Vai que a virada de mesa dá certo?.
A diretoria desse timeco devi se mancar, buscar classificação no tapetão so coisa desse timeco, até seria bom,( se desse certo.è notável que o desespero tomou conta, desse timeco, haja vista, que ao que tudo indica, não sabe que o adversário deles é MAPARÁ, MAPARÁ? sim, aquele que no 1º turno deitou e rolou em cima desse timeco.
ResponderExcluirHoje foi indeferido o pedido do Remo. Mas era previsto, pois nesses casos, onde a culpa é exclusiva do jogador uma vez que ele passou por outros clubes e sempre foi registrado dessa maneira, o clube não é punido. O jogador sim que pode ser punido por até 2 anos de suspensão.
ResponderExcluirÉ só lembrarmos dos casos do Sandro Hiroshi (ex-São Paulo) e Carlos Alberto ( ex-Corinthians) os jogadores foram punidos o clube não.
Mas as coisas ainda não estao perdidas para o Remo, se o Indeoendente vencer o turno, talvez desista da vaga para o brasileiro, se isso acontecer a vaga fica com o Remo. Caso o Cametá vença o clube deve disputar o brasileiro como já manifestou a diretoria cametaense.