O torcedor do Vasco da Gama era só felicidade nesta quinta-feira. Também pudera. Há oito anos o clube não conquistava um título de primeira divisão. O último havia sido o Campeonato Carioca de 2003, quando Souza, hoje, no Bahia, entrou para a galeria de heróis cruzmaltinos.
Desde cedo, uma maré de camisas pretas e brancas tomou as ruas do Rio. Gente de todos os cantos, gente matando aula, faltando ao trabalho ou simplesmente dando uma escapada rápida para ver seus ídolos.
Esse foi o caso, por exemplo, de Vitor Sérgio, 23 anos, que deu um pulo no Santos Dumont acompanhado da namorada Vanessa.
“Sim, não fui à faculdade, afinal tinha que prestigiar esse time. Não podia perder essa chance. Eu tinha apenas 15 anos quando ganhamos nossa última conquista realmente importante”.
E não eram só os vascaínos que acompanhavam a festa de perto. Havia torcedores de outros times do Rio de Janeiro. Juliana Faria, 25 anos, tricolor, queria uma foto dos campeões para presentear o sobrinho, um jovem apaixonado pelo Vasco da Gama.
"Ele tem somente oito anos, mas vai a quase todos os jogos com o meu irmão. Ele sabe cantar as músicas que são entoadas pela torcida na arquibancada”.
Já dentro do estádio de São Januário, Leonardo Pereira, 30 anos, festejava com um grupo de amigos.
Desde cedo, uma maré de camisas pretas e brancas tomou as ruas do Rio. Gente de todos os cantos, gente matando aula, faltando ao trabalho ou simplesmente dando uma escapada rápida para ver seus ídolos.
Esse foi o caso, por exemplo, de Vitor Sérgio, 23 anos, que deu um pulo no Santos Dumont acompanhado da namorada Vanessa.
“Sim, não fui à faculdade, afinal tinha que prestigiar esse time. Não podia perder essa chance. Eu tinha apenas 15 anos quando ganhamos nossa última conquista realmente importante”.
E não eram só os vascaínos que acompanhavam a festa de perto. Havia torcedores de outros times do Rio de Janeiro. Juliana Faria, 25 anos, tricolor, queria uma foto dos campeões para presentear o sobrinho, um jovem apaixonado pelo Vasco da Gama.
"Ele tem somente oito anos, mas vai a quase todos os jogos com o meu irmão. Ele sabe cantar as músicas que são entoadas pela torcida na arquibancada”.
Já dentro do estádio de São Januário, Leonardo Pereira, 30 anos, festejava com um grupo de amigos.
Usando uma camisa de goleiro com o nome do capitão Fernando Prass, ele era só alegria: “Estamos na Libertadores e o Flamengo não. Vamos buscar agora o título brasileiro. Eu acredito nesta equipe”.
Quem testemunhou a festa vascaína pelas ruas da cidade, certamente, ficou com a impressão de que a alegria não tem hora para acabar.
Quem testemunhou a festa vascaína pelas ruas da cidade, certamente, ficou com a impressão de que a alegria não tem hora para acabar.

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