Nesta terça-feira, dia 7, doze dias após anunciar a contratação do volante Renato, ex-Santos, Sevilla-ESP e Seleção Brasileira, o jogador, que desembarcou ontem no Rio de Janeiro depois de curtir alguns dias de férias, finalmente foi apresentado em General Severiano. A data (7), que vem sendo mensalmente comemorada pela diretoria do Botafogo com sete ações de marketing, teve no meio-campo vestindo pela primeira vez a camisa oito do clube o seu ponto máximo.
Mas não foi uma camisa oito qualquer. Foi a “oito de ouro” - já à venda na loja oficial do clube -, e entregue por ninguém mais ninguém menos do que um dos maiores volantes de todos os tempos. Gérson, ou, como também é conhecido, “Canhotinha de Ouro”, o maior 'lançador' que a Seleção Brasileira já teve.
Apesar de ser tricolor assumido e ter iniciado sua carreira no Flamengo, foi no Botafogo que Gérson alcançou seu auge na carreira. O Glorioso foi o clube que defendeu por mais vezes. De 1963 até 1969, o atleta realizou 248 partidas e marcou 96 gols. Pelo Alvinegro, o volante conquistou dois Rio-São Paulo, dois Estaduais e uma Taça Brasil, recentemente reconhecida como título Brasileiro.
Tendo em Didi como seu grandes mestre, Gérson se emocionou após a exibição de um vídeo com alguns lances seus pelo clube. Com a voz embargada, o ex-camisa oito exaltou o novo reforço do Botafogo.
“Vim entregar a camisa oito ao Renato com muita honra e prazer. Além de ser um grande jogador, é um grande homem, um grande caráter. Estou há muitos anos sem vir aqui em General Severiano e estar aqui me traz muitas lembranças. Passei seis anos da minha vida aqui, aqui joguei com os maiores jogadores do Brasil e do mundo.”
Contudo, no clube em que o símbolo é uma estrela solitária, nesta terça-feira, havia espaço para mais de uma. E Renato, maior contratação do Botafogo até agora para o Campeonato Brasileiro, pôde sentir todo o carinho da torcida alvinegra, que foi em peso à sede de General Severiano recepcioná-lo.
Durante a entrevista coletiva, o jogador, ainda assustado com a grande presença da torcida do lado de fora da sede, com um sotaque portunhol carregado – natural para quem passou sete
anos na Espanha –, falou sobre suas expectativas no futebol carioca e sobre seu retorno ao Brasil.
“Primeiramente gostaria de agradecer ao presidente Maurício Assumpção, ao André Silva e ao Anderson Barros, pois sem essas três pessoas eu ainda estaria no Sevilla. É uma honra receber a camisa das mão só Gérson, um jogador que todo mundo conheceu pela qualidade. Vou fazer de tudo para honrar essa camisa. Espero fazer com que o Botafogo volte a disputar títulos, junto dos meus companheiros. Sozinho não vou conseguir nada. Espero que nestes três anos que tenho aqui no Botafogo, trazer alegria à torcida”, afirmou Renato, que não quer chegar com status de ídolo, mas sim conquistar o respeito da torcida dentro de campo.
“Acho que para ser ídolo você tem que corresponder dentro de campo. Não adianta chegar com nome e não conquistar nada. Então, espero que com a ajuda dos meus companheiros eu possa agradar ao torcedor.”
Mesmo estando tanto tempo longe do futebol brasileiro, Renato garante que não terá problema para se readaptar ao futebol nacional.
“Não devo ter esse problema, até pela minha característica. Quando cheguei no Sevilla não tive este problema. Então, estando no meu país, na minha casa, acho que não terei problema. Seria um problema se eu fosse para a Rússia ou para a Ucrânia. Espero estar pronto o mais rápido possível para ajudar. O principal é a parte tática, que é fazer o que o Caio Júnior está me pedindo. O Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa, não vai ser problema não me adaptar.”
Mas não foi uma camisa oito qualquer. Foi a “oito de ouro” - já à venda na loja oficial do clube -, e entregue por ninguém mais ninguém menos do que um dos maiores volantes de todos os tempos. Gérson, ou, como também é conhecido, “Canhotinha de Ouro”, o maior 'lançador' que a Seleção Brasileira já teve.
Apesar de ser tricolor assumido e ter iniciado sua carreira no Flamengo, foi no Botafogo que Gérson alcançou seu auge na carreira. O Glorioso foi o clube que defendeu por mais vezes. De 1963 até 1969, o atleta realizou 248 partidas e marcou 96 gols. Pelo Alvinegro, o volante conquistou dois Rio-São Paulo, dois Estaduais e uma Taça Brasil, recentemente reconhecida como título Brasileiro.
Tendo em Didi como seu grandes mestre, Gérson se emocionou após a exibição de um vídeo com alguns lances seus pelo clube. Com a voz embargada, o ex-camisa oito exaltou o novo reforço do Botafogo.
“Vim entregar a camisa oito ao Renato com muita honra e prazer. Além de ser um grande jogador, é um grande homem, um grande caráter. Estou há muitos anos sem vir aqui em General Severiano e estar aqui me traz muitas lembranças. Passei seis anos da minha vida aqui, aqui joguei com os maiores jogadores do Brasil e do mundo.”
Contudo, no clube em que o símbolo é uma estrela solitária, nesta terça-feira, havia espaço para mais de uma. E Renato, maior contratação do Botafogo até agora para o Campeonato Brasileiro, pôde sentir todo o carinho da torcida alvinegra, que foi em peso à sede de General Severiano recepcioná-lo.
Durante a entrevista coletiva, o jogador, ainda assustado com a grande presença da torcida do lado de fora da sede, com um sotaque portunhol carregado – natural para quem passou sete
anos na Espanha –, falou sobre suas expectativas no futebol carioca e sobre seu retorno ao Brasil.
“Primeiramente gostaria de agradecer ao presidente Maurício Assumpção, ao André Silva e ao Anderson Barros, pois sem essas três pessoas eu ainda estaria no Sevilla. É uma honra receber a camisa das mão só Gérson, um jogador que todo mundo conheceu pela qualidade. Vou fazer de tudo para honrar essa camisa. Espero fazer com que o Botafogo volte a disputar títulos, junto dos meus companheiros. Sozinho não vou conseguir nada. Espero que nestes três anos que tenho aqui no Botafogo, trazer alegria à torcida”, afirmou Renato, que não quer chegar com status de ídolo, mas sim conquistar o respeito da torcida dentro de campo.
“Acho que para ser ídolo você tem que corresponder dentro de campo. Não adianta chegar com nome e não conquistar nada. Então, espero que com a ajuda dos meus companheiros eu possa agradar ao torcedor.”
Mesmo estando tanto tempo longe do futebol brasileiro, Renato garante que não terá problema para se readaptar ao futebol nacional.
“Não devo ter esse problema, até pela minha característica. Quando cheguei no Sevilla não tive este problema. Então, estando no meu país, na minha casa, acho que não terei problema. Seria um problema se eu fosse para a Rússia ou para a Ucrânia. Espero estar pronto o mais rápido possível para ajudar. O principal é a parte tática, que é fazer o que o Caio Júnior está me pedindo. O Rio de Janeiro é uma cidade maravilhosa, não vai ser problema não me adaptar.”

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